Cristina Amaro
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Ter tempo para mim

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As marcas

Ter tempo para mim

Fui sozinha. Quis tempo para mim. De vez em quando, é importante estarmos somente connosco. É importante não nos desligarmos de nós. Pararmos para respirar, para nos ouvirmos cá dentro… para nos encontrarmos a nós próprios, dentro de nós próprios. É importante nunca nos esquecermos de cuidar de nós.

Lá fora, ensaiava-se o desfile que assinalava, no dia seguinte, os 100 anos do Armistício da Primeira Grande Guerra. Desfilavam carros, oficiais do Exército com dezenas de fardas diferentes. A polícia comandava a acessibilidade ao local e ouvia-se, em toda a Avenida da Liberdade, os altifalantes com a voz que ensaiava as entradas e as saídas do texto que acompanharia a cerimónia. Já estavam centenas de pessoas a registar o momento de telefone na mão, e a confusão própria de uma avenida central da cidade de Lisboa com trânsito cortado.

Lá dentro, reinava o silêncio. Atenuava-se a luz. Falava-se baixo respeitando quem bebia um chá de boas-vindas. Eu também fui convidada a beber. Sentei-me, sem pressas, já a entrar em modo relaxamento, e entreguei-me à experiência que o Anantara oferece aos seus clientes. Estava exausta de umas largas semanas de trabalho intenso. Aquele era um momento importante para mim. Aquele era um momento para mim.

Deixei-me ir. Primeiro, ao sabor do chá quentinho e, depois, no calor de uma sauna privada. Soube-me tão bem! O Anantara, SPA do Tivoli Avenida Liberdade, cuida dos pormenores e é atento à privacidade do cliente. O Pedro, terapeuta que me acompanhou na hora seguinte, uma simpatia. Estava “em casa”. Aquele momento era só meu! Sem telefone. Sem mais ninguém. Apenas eu, o meu corpo e a minha mente.

Recebeu-me na sala de tratamento com um Foot Ritual by Anantara, um ritual de boas-vindas e uma tradição tailandesa importada pelos spas Anantara. Uma tradição que tem em si um significado: o respeito por quem entra naquela sala para fazer um tratamento.

A massagem que me esperava era de assinatura e de pressão suave. Começou pelo ritual com a água tépida nos pés, colocados numa bacia e massajados pelo terapeuta com óleo de grainha de uva, seguido pelo esfoliante de laranja e lava vulcânica. Depois, vem a massagem e os olhos que se fecham para nos deixarmos ir… adormeci.

Não é frequente em mim desligar totalmente. Entregar o corpo e a alma ao momento. Deixar-me ir sem questionar a mente. Por vezes acontece, mas é preciso já conhecer as mãos que me tocam. O local onde estou… Fiquei feliz por me ter deixado ir naquele espaço de tempo. Foi altamente retemperador.

As perguntas sobre o Anantara SPA, já as fiz depois de recuperada. E foi bom, porque assim não fui condicionada no momento. Deixo a quem possa estar interessado nestas linhas algumas dicas e informações: encontra esta “fuga sensorial” no SPA do Tivoli Avenida. Guarde a experiência para a viver fora de Portugal se e quando for às Maldivas, ao Camboja, ao Catar, aos Emirados Árabes, à Indonésia e a Moçambique, ao Sri Lanka, à Tailândia, ao Vietname e à Zâmbia. Ao todo, a cadeia tem 45 unidades.

Os Anantara SPAs já foram premiados pelo World SPA AWARDS como Melhor SPA de Hotel da Tailândia e de Moçambique, e Melhor SPA do Deserto. Baseiam-se na experiência mundial dos tratamentos de especialistas nas técnicas tailandesas e aliam técnicas orientais com ocidentais. Os produtos naturais estão bem presentes e o mimo que nos oferecem é duradouro, tanto na mente como no corpo. O Pedro, que cuidou de mim, é prova de que o cuidado com o profissionalismo de quem trabalha naquele local é garantido.

Uma experiência que recomendo e que repetirei. Porque cuidar de mim é essencial para o meu bem-estar e para o bem-estar de quem me rodeia. O nosso equilíbrio sente-se nos outros.

Caso queira conhecer um pouco melhor o Tivoli Avenida Liberdade, convido-o a acompanhar a emissão do Imagens de Marca que irá estrear este sábado na SIC Notícias.

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