Cristina Amaro
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Tempo de entrar num novo mundo

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As marcas

Tempo de entrar num novo mundo

Convidei a nossa mais jovem jornalista da redação do Imagens de Marca (IM) para participar num desafio lançado pela marca Montblanc. A Ema cresceu a ver o IM (tem 21 anos… Segue-nos desde os 6, porque acompanhava o pai a ver as emissões) e hoje, que faz parte da equipa, tudo isto é para ela uma experiência ainda mais incrível.

Adoro histórias de vida que se cruzam com a vida das marcas. E adoro, ainda mais, as histórias das marcas que se cruzam com a nossa vida.

A partilha da experiência é de Ema Gil Pires. Cristina Amaro

Exploradora por uma noite

Naquele dia, calcei uns sapatos rasos. Claramente foi a escolha certa. Fui convidada para estar presente num evento da Montblanc onde o espírito de exploração era o mote que dava forma ao momento. Mas, honestamente (e talvez por ingenuidade minha), nunca pensei que tivesse de pôr as mãos na massa.

Houve todo um secretismo em torno do que ia acontecer. Apenas fui informada de que deveria estar, ao final da tarde de dia 25 de setembro, num local que depois vim a descobrir que se chamava de Villa Helena: um pequeno recanto escondido no centro da capital e onde a conexão com a Natureza está em destaque.

O evento tinha uma única finalidade: dar a conhecer a nova coleção de relógios da marca. Até aqui, nada de novo. A parte mais divertida foi ver, e participar, na forma como os convidados foram colocados em contacto direto com os novos modelos: uma caça ao tesouro! Objetivo? Encontrar um dos exemplares da nova coleção que se encontrava escondido nos jardins da Villa Helena. Havia apenas uma regra: não estragar o jardim.

Olhei em meu redor e pensei onde poderia estar. Achei que o sítio mais evidente seria entre as flores e os arbustos, mas aí era necessário ter um cuidado redobrado. Notei então um pequeno local escondido e de difícil acesso numa das extremidades do jardim. Decidi explorar esse recanto, onde a terra apoiava os pés dos corajosos que não tiveram problema em sujar-se um pouco por um objetivo maior. Entre ramos de árvores, arbustos abandonados e poeira a pairar no ar, acabei por não encontrar o que procurava.

Calculei, então, que o relógio deveria estar pendurado algures. Havendo tantas árvores em meu redor, era uma forte possibilidade. Já era de noite, mas mesmo assim consegui reparar nas bonitas trepadeiras que enfeitavam locais estratégicos do edifício. Decidi procurar, desta vez mais confiante do meu palpite. E tinha razões para isso. Acontece que o relógio estava mesmo pendurado numa dessas plantas, mas não fui eu que o descobri. Alguém, da minha geração, teve a mesma ideia… e um pouco mais de sorte. Sim. Ela ganhou o relógio de presente mas eu ganhei uma experiência que, na minha idade e em início de carreira, não vou esquecer…

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