Cristina Amaro
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O lado humano da entidade patronal

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A vida

O lado humano da entidade patronal

O lado humano da entidade patronal

Por Cristina Amaro e Alexandra Delgado Figueiredo

Quem me conhece sabe: o meu coração está por todo o lado. Só funciono assim. “Com” e “de” coração. Tanto na minha vida profissional como na minha vida pessoal. Não é sem sentido que a minha assinatura faz lembrar um coração, no toque final. E não foi por acaso que se transformou na identidade visual do meu blog. Aí sim, assumidamente com o coração.

O coração representa a vida. Representa as pessoas. O amor. Os sentimentos. A dedicação. E nos negócios “ele” devia estar mais presente no dia a dia. É o meu coração que tem feito o percurso da empresa que criei em 2003. Não me imaginava empresária, mas o meu lado empreendedor levou-me para esse caminho. E hoje gosto de vestir essa pele.

É certo que é importante dosear as emoções do nosso coração. Porque há momentos em que, de facto, é preciso saber separar a razão da emoção. E eu, muito honestamente, e depois de vários anos de experiência, sinto que tenho conseguido equilibrar bem esses momentos.

Apesar de reconhecer a importância da razão no mundo empresarial, jamais conseguirei não pensar nos meus colaboradores, na minha equipa. Seja qual for a decisão. Sinto que somos uma família, e esquecer-me deles ou não os ter em conta, em todos os momentos, é o mesmo que desrespeitar toda a essência daquilo que criei.

Tenho tido também a sorte de trabalhar com as pessoas certas. Entenda-se por “pessoas certas” aquelas que são dotadas de valores, justas, trabalhadoras, e, acima de tudo, extremamente profissionais.

O lado humano da entidade patronal

Não é à toa que as empresas com mais sucesso no mundo dos negócios são as que proporcionam melhores condições aos funcionários. Temos de entender que trabalhamos com pessoas e não com máquinas – ao contrário daquilo que muitos pensam. Que pessoas bem sucedidas no mundo do trabalho são pessoas mais felizes na vida em geral. E vice-versa, claro. Não conseguiria dormir de consciência tranquila sabendo que tinha um colaborador infeliz na minha empresa. E quando sei que alguém não está bem procuro ajudar sem gritar alto a seguir que o fiz. Não preciso de publicitar o que faço com o coração. Preciso somente de sentir o que ele me faz sentir e fazer diferença na vida de alguém.

É importante não esquecer que o lado humano é aquilo que nos une a todos. Porque todos somos iguais. Porque todos somos humanos. Porque todos temos um coração.

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