Cristina Amaro
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Nunca o work-life balance fez tanto sentido

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A vida

Nunca o work-life balance fez tanto sentido

Work-life balance

Por Cristina Amaro e Alexandra Delgado Figueiredo

Cada vez mais a busca pelo equilíbrio entre a vida pessoal e profissional ganha um peso maior na vida das pessoas. Sobretudo, num momento em que uma pandemia parece ter virado as nossas vidas do avesso.

Num mundo confuso, de correrias, de incertezas e alguns receios torna-se fundamental encontrar o “caminho certo”. “Qual será?” – questão que todos fazemos. Acredito que a resposta é muito vaga, porém certeira: o equilíbrio.

Sei, de experiência própria, que o equilíbrio é uma coisa muito séria e que deve ser a resposta para tudo na nossa vida pessoal e profissional. Sobretudo num mundo onde existe tanta pressão, tanta evolução, tantos objetivos por atingir e o facto de o próprio ritmo de trabalho ter tendência a ser cada vez maior. 

É, por isso, muito importante estabelecer limites. Acima de tudo, prioridades. Encontrar um meio termo, onde há tempo para viver e há tempo para trabalhar. Há tempo para estar sob pressão e tempo para fazer simplesmente o que nos apetecer. Tempo para nos dedicarmos a projetos profissionais e tempo para dedicarmos aos que amamos. 

A definição deste equilíbrio cabe a cada um de nós encontrar, de acordo com as suas prioridades, expectativas e necessidades. Ao longo do tempo, essa definição pode mudar. Mas uma coisa é certa: nós estaremos de acordo com aquilo que somos e queremos ser nesse momento. E isso será sempre o mais importante. A minha forma de saber que estou no caminho certo é esperar pela tranquilidade numa decisão. Quando ela chega é sinal de que devo avançar.

Outra ideia importante é percebermos que não podemos ser os melhores em todos os momentos da nossa vida. Há momentos em que ganhamos e outros em que perdemos. E deve ser no conjunto de todos esses momentos que nos devemos encontrar, aprender e crescer. 

Por isso, vamos relativizar, priorizar e acreditar que o caminho que escolhemos, certo ou errado, é o nosso. E é o que tem de ser. 

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