As MÃOS...virão elas da natureza?

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março
22
As minhas experiências

Por Cristina Amaro

São sábias. Falam com os dedos e veem com os sentidos. Tocam. Sentem. Curam. As mãos desta equipa que me recebeu para cuidar de mim, não têm palavras que as descrevam. São únicas! E só quando se sentem se compreendem.

Vimos de Lisboa para o Algarve em busca de sol mas eu, quando venho para o Vilalara Thalassa Resort, acrescento ao sol o relaxamento. O bem estar. A certeza de que saio daqui leve. Desintoxicada. Equilibrada.

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Toda a experiência começa numa palavra: imersão. Tudo aqui convida a isso. Os jardins. O mar. As piscinas. A dieta de baixas calorias. Os tratamentos ao corpo e à mente.

Excelência é palavra de ordem e prática em todos os serviços. Se há luxo na hotelaria em Portugal, este lugar é seguramente um deles.

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Um dos factores de distinção encontra-se na Thalassa & Medical SPA, projeto que une o Vilalara e o Longevity neste conceito de Wellness & Anti-Ageing Solutions. Os 11 hectares de jardim com mar à porta permite não só aliar os tratamentos com uma escapadinha à praia, como fazer pausas em cada canto de verde puro que aqui se encontra para meditar, para ler, para simplesmente estar em contacto com a natureza....

A água salgada faz parte da terapia e é usada nos tratamentos de thalassa. Água que é aquecida e que de inverno ou de verão é sempre retemperadora. Confidencio que é umas das razões que me traz aqui fora da época alta. Adoro estar nas banheiras de banhos de borbulhas ou de multijactos, com água quentinha quando lá fora está mais fresco... Assim não tenho a tentação de estar sempre deitada ao sol e entrego-me mais facilmente ao processo de cura.

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Não é por acaso que este é um dos cinco melhores Centros de Talassoterapia do mundo. Isso sente-se no corpo. Na expressão de um sorriso. Na leveza de um olhar... ainda esta manhã ouvi várias vezes: “já parece outra Cristina!”

Poucos dias depois de ter iniciado este momento de transformação e de reencontro comigo mesma, confesso que já me sinto mesmo outra. Agradeço cada botão de luz que se desliga. Cada chá retemperador que tomo. Cada massagem que faço. Cada jato de água que sinto no corpo. Cada consulta. Cada conselho...

Já durmo uma noite inteira sem acordar. Já não tenho olheiras profundas. Já não me sinto angustiada e ansiosa. Aos poucos estou a conseguir desligar e recuperar.

Entreguei-me ao tempo que tirei para cuidar de mim. Ao slowliving que tanto precisava. Estou a imergir. E nada melhor do que isto poderia ter feito. Nada!

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Os meus olhos voltaram a brilhar só de perceber que encontrámos o caminho e que a dor pode, de novo, ser substituída pelo bem estar. Venham as mãos. As mãos que só podem ter saído de uma natureza sábia. Mãos que nos tocam a alma e que nos voltam a fazer sorrir. Há um ditado que diz “Frio de mão. Quente de coração”. Aqui, eu diria: Quente de mão. Quente de coração” não fossem todos os que as usam pessoas especiais.

Apaixona-me a vida e as experiências que as marcas nos permitem viver. Não deixem de conhecer a que me trouxe ao Vilalara Thalassa Resort e ao Longevity nos restantes textos que tenho escrito com a alma e o coração.

Viver as marcas