Cristina Amaro
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A sustentabilidade (finalmente!) a ganhar espaço

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As marcas

A sustentabilidade (finalmente!) a ganhar espaço

A sustentabilidade (finalmente!) a ganhar espaço

Por Cristina Amaro e Alexandra Delgado Figueiredo

Há dias no site do Imagens de Marca li um artigo que falava acerca das tendências para o pós-pandemia. Confesso que fiquei contente. Percebi que finalmente a sustentabilidade começa a conquistar o seu espaço e a ser, cada vez mais, uma prioridade da vida das pessoas, das marcas e das organizações.

O artigo explica que a sustentabilidade ganha agora uma importância maior, tanto a nível pessoal como corporativo. A mudança nos hábitos de consumo em muito contribuiu, valorizando as empresas que estão a optar por uma comunicação mais clara, transparente e que apostam na responsabilidade social e ambiental. 

Fico feliz também por perceber que o consumidor começa a olhar para as empresas de forma diferente e a valorizar as que sejam capazes de responder às necessidades do mundo (mais sustentável, mais amigo do planeta, mais consciente).

Se formos bem a ver, a sustentabilidade e a pandemia podem estar muito mais ligadas do que aquilo que alguma vez possamos imaginar. A pandemia fez-nos olhar “para dentro”. Permitiu-nos analisar os nossos comportamentos, bem como a nossa responsabilidade no mundo em que vivemos. Todas as alterações inerentes ao momento sensível que atravessamos quero acreditar que não serão em vão, na medida em que nos fizeram questionar uma série de comportamentos enquanto consumidores. 

Creio que a maior diferença está na urgência com que olhámos para os nossos comportamentos. Não nos voltámos a adiar. Porque ou tomávamos as medidas urgentes dadas pelas autoridades de saúde ou saímos todos prejudicados. A sustentabilidade veio por extensão, na medida em que percebemos que afinal somos capazes de mudar, literalmente, de um dia para o outro. Que afinal é possível mudar uma série de comportamentos e atitudes que pensámos estar já demasiadamente “entranhados” que nem tentávamos mudar. 

Acima de tudo, a pandemia fez-nos parar. Parar para pensar. Para olharmos finalmente para o que é que andamos aqui a fazer. E, por vezes, pergunto-me: se não fosse isto, será que tínhamos capacidade para fazer este exercício por nós próprios?

Ainda estamos a tempo de reverter toda esta situação. Tanto da pandemia, que é mais recente, como da sustentabilidade, que já dura há mais tempo. E temos de entender de uma vez por todas que sim… é possível cada um de nós, um a um, mudar o mundo. 

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